A medida “vai de encontro aos interesses não apenas dos produtores mexicanos, mas também da indústria americana”, afirmaram em comunicado conjunto as secretarias de Economia e Agricultura do México. Ambos os ministérios manifestaram seu “desacordo com a decisão anunciada hoje, uma vez que a consideram injusta”, diz o texto.O comunicado também nega o argumento de Washington de “prática desleal” por parte do México, e atribui o sucesso do tomate mexicano à sua qualidade.O governo do México reiterou sua disposição de continuar negociando com os Estados Unidos e de apoiar os produtores mexicanos, para limitar o impacto da tarifa, anunciou a presidente Claudia Sheinbaum na manhã de hoje, sem detalhar como o governo vai ajudar os produtores de tomate, concentrados, principalmente, nos estados de Sinaloa e Sonora.O México está entre os primeiros países aos quais Donald Trump impôs tarifas desde janeiro. O presidente americano taxou os produtos mexicanos em 25%, para pressionar o país a reforçar o combate ao tráfico de fentanil e à imigração ilegal, mas suspendeu boa parte desses encargos – sobretudos aos produtos protegidos pelo T-MEC – para iniciar negociações.No último sábado, Trump enviou uma carta a Claudia em que ameaça aplicar sobretaxas de 30% a partir de 1º de agosto.erl-yug-els-bys/mel/mr-sem/mel/lb
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