Os trabalhos de reconstrução “serão baseados essencialmente” no plano árabe-islâmico egípcio, afirmou o presidente deste órgão, Ali Shaath, ex-vice-ministro palestino, em entrevista à Al Qahera News. O plano foi aprovado em março, com o apoio dos países europeus, em resposta ao então projeto de Trump de tomar o território palestino e expulsar seus habitantes. O texto prevê a reconstrução da Faixa de Gaza sem deslocar seus mais de dois milhões de habitantes. “A questão da moradia é muito importante, após a destruição de 85% das residências”, destacou o engenheiro civil Shaath, que ressaltou a necessidade de devolver “a dignidade ao cidadão palestino que vive em tendas de campanha, arrastadas pelo vento”. A segunda fase do acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza, que entrou em vigor em 10 de outubro, também prevê o desarmamento do Hamas, a retirada progressiva das tropas israelenses e o envio de uma força internacional de estabilização.O exército israelense informou, nesta sexta-feira, que atacou a Faixa de Gaza na véspera, em resposta a uma “violação flagrante” do cessar-fogo na área.
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