O pedido de auditoria foi rejeitado pelo TCU em junho do ano passado, quando a compra do Master pelo BRB ainda não havia sido barrada. Em julho, houve um pedido de reexame, que ainda não foi julgado.Esse recurso do procurador Júlio Marcelo, obtido pelo UOL, agora foi encaminhado ao ministro relator do outro caso sobre o BRB e o Master, Jhonatan de Jesus.No pedido inicial, o procurador pediu que fosse apurada a “eventual omissão do Banco Central do Brasil, ao não acompanhar e não divulgar a avaliação de risco das operações promovidas pelo Banco Master, com vistas a proteger eventuais investidores”.Ele cita como exemplo a Rioprevidência, um dos fundos de aposentadoria de servidores públicos que investiu no Master e foi prejudicado com a liquidação do banco em novembro. Ao todo, foram 18 institutos de previdência.O MPTCU também pediu no ano passado para investigar as “medidas que vêm sendo adotadas pela instituição com vistas a resguardar investidores do Banco Master e assegurar a estabilidade do mercado financeiro nacional”.No caso que levou à “inspeção” do BC pelo TCU, em andamento agora, o pedido vinha no sentido oposto: apurar se o BC foi duro demais e se teria se precipitado ao liquidar o Master. Esse pedido, ao contrário do primeiro, foi acatado pelos ministros.
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