Um grupo de defesa dos direitos humanos sediado nos Estados Unidos anunciou, nesta sexta-feira (23), que conseguiu confirmar que mais de 5.000 pessoas morreram durante os recentes protestos no Irã, e que, em sua maioria, trata-se de civis mortos pelas forças de segurança. ONGs que monitoram o balanço deixado pela repressão às maiores manifestações organizadas no Irã em anos indicaram que seu trabalho foi dificultado pelo corte da internet imposto pelas autoridades desde 8 de janeiro, e alertaram que o número real provavelmente é muito mais elevado. Nesta sexta-feira, a organização Human Rights Activists News Agency (HRANA), com sede nos Estados Unidos, anunciou que havia confirmado a morte de 5.002 pessoas; incluindo 4.714 manifestantes, 42 menores , 207 membros das forças de segurança e 39 transeuntes.
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