O vereador e pré-candidato a deputado estadual Anderson Correia (PP/UPB) voltou a ganhar destaque nacional ao protocolar uma indicação na Câmara Municipal de Caruaru solicitando a federalização das investigações sobre a morte do cão comunitário Orelha, ocorrida em Santa Catarina.
O caso gerou comoção em todo o país e reacendeu o debate sobre punição a crimes de maus-tratos contra animais.Segundo o parlamentar, a Polícia Federal, por possuir atuação em todo o território nacional, pode ser acionada mesmo a partir de Pernambuco. Para Anderson, a repercussão nacional do crime, o clamor popular por justiça e o risco de impunidade tornam necessária uma apuração ampla, imparcial e transparente em esfera federal.“Esse crime não pode ser tratado como algo comum. A sociedade exige respostas e justiça. A federalização é um caminho para garantir que o Caso Orelha não caia no esquecimento”, afirmou.
Hospital Veterinário Público 24h: luta antiga e urgenteNa mesma agenda em defesa da causa animal, Anderson Correia reforçou a cobrança pela implantação de um Hospital Público Veterinário 24 horas em Caruaru, uma bandeira defendida por ele desde o início do primeiro mandato.De acordo com o vereador, o município não dispõe de um equipamento público capaz de realizar cirurgias ortopédicas, atendimentos de alta complexidade, internamento e emergências veterinárias, deixando milhares de tutores, protetores independentes e animais resgatados em situação de rua sem assistência adequada.
“Muitos não têm condições de pagar por cirurgias e tratamentos especializados. Um hospital público veterinário é uma questão de dignidade, saúde pública e respeito à causa animal”, destacou.
Compromisso com a causa animalAnderson Correia ressaltou que já apresentou diversas solicitações em diferentes esferas do poder público, sempre cobrando sensibilidade e responsabilidade das autoridades para que o projeto saia do papel.
“Estamos unidos com protetores, entidades e a causa animal de todo o Brasil. Seguiremos firmes cobrando justiça no Caso Orelha e lutando por um hospital veterinário público 24 horas em Caruaru. Essa é uma luta por quem não tem voz”, concluiu.


