Sob o ponto de vista do discurso público, as autoridades israelenses, inclusive o próprio Netanyahu, têm repetido que o objetivo não é causar diretamente o colapso do regime iraniano, mas “criar as condições para permitir ao povo iraniano sair às ruas e determinar o próprio futuro”.Segundo fontes militares citadas pela imprensa local, Israel avalia que em alguns dias os disparos de mísseis pelo Irã vão diminuir de forma significativa, permitindo a retomada gradual da normalidade no cotidiano de Israel.Já no Irã, temendo o retorno das manifestações populares contra o regime, o chefe de polícia, Ahmadreza Radan, advertiu que “qualquer pessoa que for às ruas a mando do inimigo será confrontada como inimiga, não como manifestante”.”Todas as nossas forças de segurança estão com o dedo no gatilho”, declarou à televisão estatal.Irã multiplica ataquesNo décimo segundo dia da guerra no Oriente Médio, o Irã afirma ter realizado seu ataque mais intenso desde o início do conflito. Dois navios foram atingidos por projéteis nas últimas horas. Um porta-contêineres foi danificado ao largo dos Emirados Árabes Unidos durante a madrugada e, algumas horas depois, uma embarcação que transportava grãos foi alvo de um ataque a 11 milhas náuticas ao norte de Omã. Apesar do incêndio a bordo, a tripulação pôde ser resgatada.
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