Programação gratuita com cinema, arte, música e muito mais atraiu pessoas de todas as idades na noite do domingo (14).
Enquanto o som do forró ecoava pelos palcos e o público circulava entre os diversos polos da Estação Ferroviária, a noite deste domingo (14) mostrou que o São João de Caruaru reúne diferentes formas de arte e encanta pessoas de todas as idades em um mesmo espaço. Entre apresentações musicais, manifestações da cultura popular e experiências interativas, cada canto oferece um novo motivo para ficar mais um pouco.
Um dos destaques da programação foi o Polo Audiovisual, que vem atraindo caruaruenses e turistas com uma programação gratuita composta por oficinas, apresentações teatrais, exibição de filmes e documentários, incluindo atividades voltadas para o público infantil. O espaço tem se consolidado como uma alternativa para quem busca uma experiência mais tranquila em meio à intensidade da festa.
Foi justamente essa diversidade que chamou a atenção de Elen, que aproveitou a programação ao lado da filha Giovana, de 8 anos. “Eu tô gostando muito da programação audiovisual e, pra mim, foi um bônus ter a pintura para entreter ela nesse tempo antes de começar o filme. Acho ótimo ter essa opção mais tranquila, é um refúgio no meio da festa. Amei ficar sabendo e com certeza virei novamente”, destacou.
Quem prefere a agitação, como o casal Elaine e Rubilara, do Rio Grande do Sul, tem uma estratégia para aproveitar cada minuto. “Chegamos cedo e já fomos em todos os cantos por aqui. Estamos achando maravilhoso, tudo colorido, música boa, comida gostosa e pessoal simpático”, contou Elaine. Quando perguntados sobre o que mais estavam gostando, Rubilara respondeu sem hesitar: “Sem dúvidas o forró. A gente gosta de dançar o vanerão e aqui trocamos pelo forró de vocês. Foi uma ótima experiência”.
Ao longo da noite, um grande público acompanhou as atrações espalhadas pelos polos culturais, incluindo manifestações tradicionais como o Boi Malhado, o Polo Sebastião Biano e o Polo do Repente. Entre os espectadores estavam nomes consagrados da cultura popular nordestina, como João do Pife e o maestro Mozart Vieira, que prestigiaram as apresentações como admiradores da arte e da tradição que eles ajudaram a construir.

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