Bayern quebra tabu, e Real pode ter ano sem taça

Indígenas brasileiros criticam UE por excluir couro da lei antidesmatamento

O regulamento deveria ter entrado em vigor no fim de 2024, mas a data de início foi adiada, e as regras foram amenizadas. Elas serão aplicadas, em geral, a partir de 30 de dezembro de 2026 para grandes e médias empresas, bem como para algumas micro e pequenas empresas, e a partir de 30 de junho de 2027 para outras pequenas empresas.Ambientalistas indignadosApós o anúncio inicial, em maio, organizações ambientais como o WWF Alemanha e Deutsche Umwelthilfe (DUH) criticaram em especial a remoção do couro bovino da lista. O WWF afirmou que a medida não tem fundamentação científica.A organização ambientalista Fern diz que é incoerente e ilógico incluir a carne e excluir o couro das matérias-primas cobertas pelo EUDR.”As evidências, inclusive no relatório da própria Comissão, são contundentes ao demonstrar que o consumo de couro provoca elevados níveis de desmatamento nos trópicos”, afirmou à DW a ativista Nicole Polsterer, da Fern.”São as mesmas vacas que pastaram em áreas desmatadas pelas grandes empresas do setor de carne”, disse o pesquisador social Tom Kucharz, representante da Aliança Desmatamento Zero. “Que a carne fresca ou congelada esteja abrangida pelo EUDR e que sua pele seja excluída constitui uma contradição enorme e difícil de explicar”, enfatizou.



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