A diplomacia dos EUA é delicada porque Lukashenko, no comando do antigo Estado soviético desde 1994, há muito tempo é rejeitado pelo Ocidente por reprimir seus oponentes e apoiar a guerra da Rússia na Ucrânia.“Esse (processo) tem sido muito bem-sucedido. O presidente Trump está muito satisfeito com isso”, disse Coale à Reuters na capital lituana, Vilnius, para onde os prisioneiros libertados foram levados.O número de 25 libertações foi muito inferior aos 250 que Coale negociou em sua última visita a Minsk, em março.Mas o norte-americano disse que espera retornar em cerca de um mês e que, nessa altura, “centenas” estariam livres.O grupo de direitos humanos Viasna, proibido em Belarus por ser considerado uma organização extremista, afirmou que muitos dos libertados na quarta-feira haviam sido condenados a longas penas de prisão. Um deles, o jornalista Andrei Alyaksandrau, cumpria uma pena de 14 anos.Também foram libertados três músicos, presos em 2022, cujas canções foram classificadas como “materiais extremistas”.
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