Levantamento citado na ação aponta que apenas 15 de 883 vídeos trazem identificação do candidato, do vice e do partido. A coligação diz que nem a página inicial nem as páginas individuais dos vídeos deixam claro, de forma direta, que se trata de propaganda eleitoral.Pedido principal é a suspensão integral da plataforma até a regularização do acervo. Como alternativa, a campanha solicita o bloqueio da função de download dos vídeos e a aplicação de multa.O que a campanha aponta sobre hospedagem e custosColigação diz não ter conseguido identificar o provedor de hospedagem do site e pede que o TSE oficie as empresas envolvidas para obter as informações. Segundo a representação, o site estaria em servidores da AWS (Amazon Web Services), com proteção da Cloudflare.Campanha de Lula diz não contestar o direito de o adversário divulgar vídeos, mas cobra identificação explícita do material. A representação sustenta que as regras do TSE exigem menção à legenda partidária e, em chapas majoritárias, também ao nome do vice, com tamanho mínimo em relação ao do titular.
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