Os áudios falavam em envenenar água consumida por indígenas da aldeia, localizada em Tacuru. Após a divulgação das mensagens, a PF abriu investigação sobre o caso. O diretor de Amazônia e Meio Ambiente da PF, Humberto Freire, disse que investigados culparam “bebedeira” por áudios. Ele afirmou à TV Morena que os servidores alegaram não ter como “materializar as ameaças” e minimizaram as mensagens, que chamaram de “besteira” e “palavra mal colocada”. Freire disse ainda que investigações não se basearão apenas nas declarações dos servidores. A coleta de provas por parte da PF continua. Após a conclusão do inquérito, o material será encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para análise de eventuais responsabilizações.Ministros vão ao Mato Grosso do SulMinistros do governo visitaram ontem aldeias ameaçadas. Eloy Terena (Povos Indígenas) e Janine Mello (Direitos Humanos e Cidadania) foram até as comunidades Taquapery, em Coronel Sapucaia (MS), e Sassoró, em Tacuru (MS), para reforçar as ações do governo na região e avaliar, em diálogo direto com as lideranças, a necessidade de medidas adicionais.O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César e Lima, esteve em Dourados (MS). Ele realizou uma reunião de trabalho com as forças de segurança pública, abrangendo Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, a Força Nacional de Segurança Pública e órgãos estaduais, incluindo a Secretaria de Segurança Pública, Polícia Civil e Polícia Militar.
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