Não adiantou fixar a cadeira no chão em debate

Iranianos que fugiram do ‘inferno’ acompanham a guerra no exílio

– “Vingança” -Em 2005, quando o marido de Amina Kadri, Ikbal, fugiu do Irã devido à perseguição política, sua família esperava que o Curdistão iraquiano representasse um refúgio seguro. Porém, 15 anos depois, Ikbal, que tinha 57 anos e era membro de um grupo armado curdo iraniano no exílio, foi assassinado perto da fronteira entre o Irã e o Iraque. Os agressores atiraram, deixaram o corpo em um rio e fugiram de moto para o Irã, disse Kadri, que citou testemunhas do assassinato. Ela acusa o Irã de ser responsável pelo crime.Apenas 53 dias depois, o filho mais velho de Kadri, que havia permanecido no Irã, foi executado por assassinato. Kadri considera que tudo foi uma armação.”Já não me importa o que aconteça comigo”, disse. “Minha vida não é mais valiosa que a do meu filho ou do meu marido”, afirmou Kadri, 61 anos, ao falar por telefone de Penjwen, uma cidade fronteiriça onde as forças curdas impediram a entrada de uma equipe da AFP alegando motivos de segurança.



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