Equipe disciplinar vai avaliar cada caso. De acordo com o projeto, análise será feita por equipe de médicos, psicólogos, entre outros, para atestar (ou não) a limitação da pessoa no desempenho de atividades e na participação na sociedade.O que cada associação dizSociedade Brasileira de Reumatologia teme avaliação feita pelos peritos. “A grande dificuldade dessa avaliação é a alta subjetividade dos sintomas da fibromialgia, o que pode gerar alguma dificuldade nas perícias”, explica o presidente da sociedade, o reumatologista José Eduardo Martinez.Não é que a sociedade é contra a lei. O que nós enfatizamos é que os pacientes tenham uma avaliação individualizada, que os peritos reconheçam quais pacientes podem ter, de fato, dificuldades no trabalho, e quais podem se beneficiar dos medicamentos, com apenas deficiências ‘temporárias’. José Eduardo Martinez, presidente da Sociedade Brasileira de ReumatologiaPor outro lado, Martinez reconhece os benefícios da lei. Um exemplo é a criação de um plano oficial de tratamento aos pacientes com as condições, além do incentivo da formação de mais profissionais que atuem no tratamento. “Hoje nós temos carência de profissionais reumatologistas, mas também de outras áreas, como psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, educadores físicos”, explica.A gente entende que a criação de um plano de tratamento ou de abordagem do paciente com fibromialgia vai ser útil. Acredito que possa melhorar a vida dos pacientes, desde que seja colocado efetivamente em prática. José Eduardo Martinez, presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia
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