Musa das praias do Rio e dos desfiles de Carnaval nos anos 1980, Magda Cotrofe chegou ao Baile de Gala do Copacabana Palace e já foi logo encontrando outro ícone da época: Roberta Close. “Amoooor!”, fizeram festinha ao se abraçarem no meio do salão.
As duas vestiam amarelo (Brasil é o tema do baile) e isso foi motivo de piadas, risadas e elogios. “Você tá linda”, disse Magda à amiga.
Roberta se juntou a outro grupo de conhecidos, enquanto Magda falou à Folha sobre seu leve desencanto com o Carnaval. “Virou outra coisa, tudo muito gigante, impessoal. Os camarotes têm 3.000 pessoas, ninguém se conhece”.
Ela diz que é normal, faz parte da evolução. Mas lembra com saudade do tempo em que os espaços eram menores e mais aconchegantes. “A gente bebia Veuve Clicquot…”, conta, suspirando.
Seu Carnaval este ano se concentrou no bailes, foi a pelo menos uns cinco. Diz que “choveram convites” para voltar a desfilar na Sapucaí, onde reinou em diferentes escolas.
“O povo está com saudades, pede muito para eu voltar”. É o que ela pretende fazer no ano que vem, possivelmente na Portela, com quem diz estar conversando.
“Enquanto as musas estão bem, o pessoal sempre fica com saudade. Rola uma nostalgia”, diz, indo ao encontro de uma rodinha de amigos na varanda do Copa.
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