Em janeiro, a Casa Branca disse que Trump estava avaliando o uso de força militar na Groenlândia, levando a Alemanha, a França e outras nações europeias a enviar pequenos contingentes de tropas para a ilha em uma mensagem de solidariedade e dissuasão.Posteriormente, Trump recuou após conversas com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, declarando que “a estrutura de um futuro acordo” havia sido formada e transferindo o conflito da Groenlândia para uma via diplomática. Sua última publicação nas redes sociais sobre a ilha ocorreu após uma nova reunião com Rutte na quarta-feira.No final de janeiro, Groenlândia, Dinamarca e EUA iniciaram conversações diplomáticas e Nielsen disse que elas ainda estavam em andamento, com mais reuniões agendadas.Trump e seus apoiadores têm insistido que os EUA precisam da Groenlândia para se defender das ameaças da Rússia e da China no Ártico e que a Dinamarca não pode garantir sua segurança.Os EUA já têm uma base na ilha e a capacidade de expandir sua presença lá de acordo com um tratado de 1951.”Seria estranho, quando todas as partes querem discutir o aumento da cooperação em defesa, não levar em conta esse acordo (de 1951)”, disse Nielsen, recusando-se a entrar em mais detalhes sobre o que estava sendo discutido nas negociações.
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