Turista mordida por tubarão em Fernando de Noronha divulga vídeo inédito e volta a mergulhar no local

Turista mordida por tubarão em Fernando de Noronha divulga vídeo inédito e volta a mergulhar no local








A advogada Tayane Cachoeira Dalazen, de 36 anos, divulgou nesta quinta-feira (9), um vídeo inédito que mostra por um novo ângulo o momento em que foi mordida por um tubarão-lixa em Fernando de Noronha (PE). O ataque ocorreu no dia 9 de janeiro deste ano, na região do Porto de Santo Antônio, e as novas imagens revelam o animal se aproximando de frente antes de morder a perna da turista. Três meses após o incidente, ela retornou à ilha, mergulhou no mesmo local e afirmou não ter desenvolvido traumas.












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Nas redes sociais, Tayane classificou o episódio como um incidente pontual e fora do padrão para a espécie, que é conhecida por não ser agressiva com humanos. Ela relatou que não sentiu medo ao retornar ao mar e expressou felicidade em poder contemplar os animais novamente. A advogada também revelou que sua história fará parte de um documentário da série Shark Week, do Discovery Channel, com estreia prevista para julho.












O ferimento na perna exigiu dois pontos e já está totalmente cicatrizado, sem qualquer complicação médica. Tayane destacou que não pretende apagar a cicatriz e relembrou as circunstâncias do dia do ataque. Segundo ela, não havia sangue ou alimento na água e não foram feitos movimentos bruscos. No entanto, a advogada mencionou que, pouco antes da mordida, um guia de outro grupo de mergulho teria batido na cabeça de um dos tubarões com uma câmera, o que pode ter assustado o animal.












Na data do ocorrido, a turista estava acompanhada por um guia local e foi rapidamente socorrida ao Hospital São Lucas, onde recebeu atendimento e alta no mesmo dia. A unidade de saúde seguiu o protocolo padrão para esse tipo de ocorrência, notificando os órgãos responsáveis pelo monitoramento ambiental e de segurança da região, incluindo o Corpo de Bombeiros, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Comitê de Monitoramento de Incidentes com Tubarões.



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