Bandeira das Nações Unidas - ONU

Ativista tibetano morre após atear fogo ao corpo em frente à sede da ONU

O homem foi levado ao Hospital Bellevue, onde os médicos confirmaram o óbito. A polícia local informou que as investigações continuam em andamento e ainda não divulgou oficialmente a identidade da vítima.Rangzen fez uma transmissão ao vivo antes do ato pedindo a independência e a unidade do Tibete. Ele trabalhava como motorista de aplicativo e foi ao local carregando uma bandeira do Tibete.A ONU se manifestou com pesar sobre a tragédia em sua sede. Um porta-voz do secretário-geral da organização, António Guterres, afirmou em nota que a instituição está consternada com o ocorrido e enviou condolências à família da vítima.A Campanha Internacional pelo Tibete lamentou a morte do ativista. “Ele era um incansável defensor do Tibete que se dedicou a gerar consciência pacificamente sobre a crise de direitos humanos”, declarou Tencho Gyatso.Um conhecido de Rangzen afirmou que ele estava revoltado com as ações do governo chinês. Lobsang Paljor, que também trabalha como motorista de aplicativo, disse ao site amNewYork que o ativista estava enfurecido com as restrições impostas pela China aos tibetanos.Ativistas no exterior disseram que a lei degradaria os direitos de minorias étnicas. Organizações de defesa de direitos humanos acusam Pequim de perseguir minorias como os uigures e os tibetanos.



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