Ele disse trabalhar com Bolsonaro, a quem a arma pertence, e alegou que a estava levando para consertar. Segundo ele, o armamento apresentava pane que “aparentava ser de fácil solução”.Defesa de Bolsonaro confirmou versãoBolsonaro entregou a arma ao sargento ao constatar que o acionamento de ferrolho não estava funcionando, segundo a defesa. Silva Filho tem experiência em armamentos, “inclusive naquele modelo” de arma, da marca Glock, continuaram os advogados em resposta enviada ontem a Moraes, que havia demandado esclarecimentos. A entrega do armamento teve por única finalidade buscar auxílio na identificação da falha e a realização da necessária manutenção.Defesa de Bolsonaro, sobre a arma apreendidaSem Bolsonaro saber, equipe de segurança “retirou o percussor da arma, tornando-a inoperante”, dizem advogados. A medida teria sido tomada devido “às medicações psiquiátricas que vinham sendo ministradas” ao ex-presidente, “capazes de afetar sua cognição”. Foi depois disso que Bolsonaro constatou que a arma não funcionava, afirmam.Condenação pela trama golpista não impôs a entrega da arma. A defesa argumenta que, se houvesse essa determinação, o ex-presidente teria entregado prontamente a arma. Os advogados afirmam que ele não tem interesse em reaver a arma enquanto estiver cumprindo pena.
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