‘Crise com Michelle não teve impacto nas pesquisas’

FB: Bom, isso aí pra mim é página virada, as pesquisas mostram que não teve impacto nenhum. E mais uma vez, eu quero que todo mundo esteja comigo, pronto, de mãos dadas, porque todos nós temos o mesmo objetivo, que é resgatar o nosso Brasil. O Brasil não aguenta mais quatro anos de Lula. Vamos ter fé que o Brasil tem futuro e eu quero todos juntos comigo para que o Brasil volte a ter esperança.UOL: O senhor vai conversar com o Michelle?FB: Olha, acho que as conversas que eu tenho que ter com a Michelle e com quaisquer outras pessoas que queiram estar comigo eu vou ter no momento que elas quiserem, quando acharem oportuno. Eu fui o primeiro a dizer que quero todos juntos comigo, e que não estou preocupado com os caminhos diferentes que muitas pessoas queiram seguir, porque os caminhos podem ser diferentes, mas o objetivo final é o mesmo. E é assim que eu entendo que a gente tem que construir essa grande coalizão.UOL: Sobre sua viagem aos Estados Unidos. Como vai ser a participação do senhor na audiência da Sessão 301?FB: Vou fazer o que o Lula não fez, né? Vou lá defender o Brasil. Eu fui pra lá primeiro para pedir que o Comando Vermelho e o PCC fossem declarados organizações terroristas, que é o que eles são. É necessária uma grande articulação internacional entre vários países para fixar financeiramente essas organizações criminosas. Na parte da tarifaço, eu vou insistir que só quem quer essa tarifa é o Lula, que isso é muito ruim para o Brasil, que as empresas brasileiras já são as mais taxadas do mundo, ninguém suporta mais tantos impostos, tanta burocracia, tanta fiscalização por parte do poder público que deveria, na verdade, facilitar a vida de quem quer empreender aqui no país. Quero proteger as empresas brasileiras e reafirmar que o Pix não tem absolutamente nada a ver com o Trump, o Pix é um produto do governo do presidente Bolsonaro. O Pix é do Brasil, é o orgulho do Brasil, que tem que ser copiado por todo o mundo.UOL: Por que o secretário de Estado americano, Marco Rubio, falou em “governo de transição” na carta enviada ao senhor?



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