Ex-funcionário relata ordem de dona de grupo de rope jump: 'Apagar o vídeo'

Ex-funcionário relata ordem de dona de grupo de rope jump: ‘Apagar o vídeo’

Falha ocorreu no sistema de debreagem, mecanismo que permite liberar a corda de forma controlada. Gustavo Lozzi disse ainda ao “Fantástico” que saltou com o menino e, quando percebeu, a criança já estava no chão. O garoto sofreu ferimentos leves.O garoto já foi correndo e eu já fui correndo atrás. Ele pulou, e eu pulei dando um salto mortal logo atrás. Eu comecei a ouvi algumas pessoas gritando o nome dele. Quando eu olhei, já estava no chão. Gustavo Lozzi, ex-funcionário da Entre Cordas, à TV GloboPai da criança prestou depoimento à polícia. Ele, que também trabalhava na empresa na época do acidente, relatou que o filho saltou, balançou uma vez e, na sequência, atingiu o solo, sofrendo escoriações no joelho.Ele [o meu filho] fez o salto, balançou uma vez, depois ele não voltou. Ele raspou no solo, ralou bastante o joelho. Quando eu cheguei, ele falou: ‘não, pai, o tio me soltou rápido demais’. Pai não identificado em depoimento à políciaDelegada diz que empresa não adotou medidas para reforçar a segurança após acidente. “Após um fato desses, não foram tomadas outras medidas para melhorar. Então, na minha percepção, assumiram o risco do resultado”, afirmou Andreia Levy.Relembre o casoMaria Eduarda caiu de aproximadamente 40 metros de altura. O Corpo de Bombeiros foi acionado e constatou a morte no local, na trilha da Ponte do Esqueleto, segundo a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo). O caso foi registrado no 3ªDP (Limeira) como homicídio.



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