A partir daí, começamos o monitoramento dessa pessoa. Por ser uma pessoa desconhecida, esse monitoramento foi muito sigiloso porque nós não sabíamos de se teria a participação de outras pessoas, se poderia ter algum tipo de escolta armada, de reação, porque estamos falando de R$ 1 milhão. Delegado Ricardo Villafane, da Divisão de Análise de Crimes VirtuaisNome de suspeito não foi divulgado pela Polícia Civil. Ele disse à polícia que não sabia de onde vinha o dinheiro todo e que foi pago apenas para fazer o transporte da quantia, ainda de acordo com a TV Globo.Ele abriu uma empresa de fachada para poder dissimular a origem ilícita desse valor, mas ele confirma que estava desempregado. Delegado Ricardo Villafane, da Divisão de Análise de Crimes VirtuaisHomem admitiu que emprestou conta para terceiros. O suspeito— que receberia o valor de R$ 40 mil pelo serviço prestado— deve responder por lavagem de dinheiro e por ceder a conta para movimentação ilícita. Ainda não se sabe quem depositou e qual seria o destino do dinheiro apreendido.Reportagem do UOL entrou em contato com a Polícia Civil do Distrito Federal e aguarda retorno. Caso haja resposta, o texto será atualizado.
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