O montanhista paranaense Gustavo Cordoni alcançou na manhã desta quarta-feira (20) o cume do Monte Everest, o ponto mais alto do planeta, situado a 8.848 metros de altitude.
A conquista histórica foi celebrada pelo atleta e por sua equipe, mas veio acompanhada de um alerta fundamental sobre os riscos do trajeto de volta, considerado a fase mais crítica da expedição.
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Em sua primeira comunicação após chegar ao topo, o paranaense fez questão de ressaltar que a missão ainda está longe de terminar e exige foco total para a descida em segurança.
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A chegada ao ponto máximo da montanha foi confirmada em um comunicado enviado a amigos e familiares pela Grade 6 Expedições, empresa responsável pela organização do grupo. Além de Cordoni, o também brasileiro Roberto Lucchese conseguiu completar a ascensão.
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A expedição conta ainda com a participação dos brasileiros Leo Pena e Eduardo Gouveia, que seguem enfrentando as adversidades climáticas na tentativa de finalizar a escalada até o cume.
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Em um relato emocionante compartilhado nas redes sociais, Cordoni descreveu a intensidade da experiência e as barreiras físicas e mentais superadas ao longo do percurso. O montanhista explicou que atingir o topo do Everest representa muito mais do que um feito pessoal, destacando que nenhum momento da jornada foi simples ou garantido.
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Segundo o atleta, cada passo em direção ao teto do mundo carregou anos de treinamento, renúncia, disciplina, medo e coragem, exigindo um profundo respeito pelas condições extremas da montanha antes de iniciar o arriscado percurso de retorno.
Com informações do nosso parceiro BandaB.
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