O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, negou, neste domingo (20), ter “uma política de vingança” contra o tribunal de paz da Colômbia, após o corte orçamentário milionário que sua bancada propõe no Congresso.A Jurisdição Especial para a Paz (JEP) investiga e julga os piores crimes cometidos durante o conflito armado interno de meio século. Alejandro Ramelli, presidente do tribunal criado a partir do histórico acordo de paz com a guerrilha das Farc em 2016 e que De la Espriella prometeu desmantelar durante sua campanha presidencial, denunciou na sexta-feira uma “estratégia” de “asfixia econômica” por parte do governo, depois que um senador governista apresentou um projeto para reduzir de US$ 230 milhões para US$ 199 milhões (de R$ 1,18 bilhão para R$ 1 bilhão) o orçamento de 2026 desse organismo.
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