Veículo segue apreendido na delegacia. “O que a gente sabia era que ele tinha levado a bicicleta para a delegacia na segunda, junto com a família da vítima, a gente foi pegar imagem e vimos que ele veio pedalando”, contou o delegado Ângelo Lages.Na primeira vez em que depôs, Davi negou que havia participado das agressões. Ele dizia que tinha abordado a vítima, pegado a bicicleta e dado apenas um soco em seu braço. Nesta versão, ele alegava que um grupo de entregadores chegou na sequência e o levou para a rua Pedro de Oliveira: “E não sei mais o que aconteceu lá. Estou sendo acusado por uma coisa que não fiz. Peço muito perdão por tudo o que aconteceu”.Logo depois, o segurança assumiu o crime. Vídeos capturados também o mostraram dando mais de 30 pauladas em Cláudio. O segurança contou que decidiu confessar a sua participação depois de ver sua mãe passar mal ao saber da situação.Com o avanço das diligências, contudo, admitiu participação direta nas agressões, reconhecendo que, juntamente com outros dois indivíduos, desferiu socos, pontapés e golpes com bastão/cassetete contra a vítima, inclusive na região da cabeça. Justiça do Rio de JaneiroPrisõesDavi e Jorge Luiz Ricardo Dias, um segundo segurança, foram os primeiros a serem presos. Jorge teria participado da abordagem à Cláudio, mas não há indícios de que tenha participado diretamente das agressões.
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